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segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
Pintura com cola colorida.
Capa do album do Grafismo feito pelos meus alunos de 4 anos.
através do uso do desenho, busca-se a exatidão da psique através do que se revela: a essência, o fenômeno existencial, o homem como é. (E como ele é?)
sábado, 8 de dezembro de 2012
Pintando com tinta guache
Final de ano gosto de fazer umas telinhas com as crianças. Algumas deste ano, gostei muito da criatividade das crianças.
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Ponteira p/ lápis.
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Colcha patchwork
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Pasta para trabalhinhos
domingo, 8 de agosto de 2010
patchwork - colcha de croche
terça-feira, 29 de junho de 2010
3 porquinhos e uma caixa de fósforo
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Trabalho infantil
domingo, 16 de maio de 2010
Peixes
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
coisas de crianças - vitral
sábado, 15 de novembro de 2008
Eu, professora…
Eu, professora, 29 anos de serviço, nem todos no magistério e sim nos R.Hs de algumas empresas privada, me confesso transportada repentinamente para um tempo e um contexto que não são os meus.
Eu, professora, confesso saber ler, pensar, interpretar, detectar incongruências... Confesso saber no sentido, de estar convencida, que o ensino-aprendizagem para qualquer ser humano tem que fazer sentido, sob pena de não ocorrer verdadeira aprendizagem. Ninguém vive dignamente a sua profissão numa cadência desenfreada de alterações profundas. Na melhor das hipóteses sobrevive-se à custa da subversão de princípios e da manipulação de dados.
Eu, professora, confesso, me sinto desorientada, incapaz e sem perspectivas, com tantas mudanças, com tanta violência e com tanta falta de respeito aos seres humanos, da desorientação das crianças, da falta de limites, do descaso dos pais e da roubalheira que se tornou o nosso país.
Eu, professora, confesso preocupada com este tema inclusão, pois vejo que a preocupação das pessoas em incluir, sob o pretexto de não querer excluir ninguém, acaba, na prática, por excluir quase todos.
Confesso vendo cotas para os incluídos.
Eu, professora, confesso dedicar mais a aprendizagem, as mudança de comportamento, as experiência construída por fatores emocionais, neurológicos, ambientais e relacionais, não me preocupar tanto com as teorias e sim da iteração estruturais entre alunos e escola e o meio ambiente. Ser mais humilde e nunca ter medo de errar, porque quem erra está arriscando, tentando. pensar mais pois, "Quem pensa pouco, erra muito".
Eu, professora, me pergunto?
- Contribuí para este estado da situação? Sim? Não?
- Fui conivente com ele? Em parte sim, por omissão, desorientação e desinformação.
- Posso mudá-lo? Quero acreditar que sim, ma só poderei fazer se todos fizerem sua parte.
Eu, professora, 29 anos de serviço, nem todos no magistério e sim nos R.Hs de algumas empresas privada, me confesso transportada repentinamente para um tempo e um contexto que não são os meus.
Eu, professora, confesso saber ler, pensar, interpretar, detectar incongruências... Confesso saber no sentido, de estar convencida, que o ensino-aprendizagem para qualquer ser humano tem que fazer sentido, sob pena de não ocorrer verdadeira aprendizagem. Ninguém vive dignamente a sua profissão numa cadência desenfreada de alterações profundas. Na melhor das hipóteses sobrevive-se à custa da subversão de princípios e da manipulação de dados.
Eu, professora, confesso, me sinto desorientada, incapaz e sem perspectivas, com tantas mudanças, com tanta violência e com tanta falta de respeito aos seres humanos, da desorientação das crianças, da falta de limites, do descaso dos pais e da roubalheira que se tornou o nosso país.
Eu, professora, confesso preocupada com este tema inclusão, pois vejo que a preocupação das pessoas em incluir, sob o pretexto de não querer excluir ninguém, acaba, na prática, por excluir quase todos.
Confesso vendo cotas para os incluídos.
Eu, professora, confesso dedicar mais a aprendizagem, as mudança de comportamento, as experiência construída por fatores emocionais, neurológicos, ambientais e relacionais, não me preocupar tanto com as teorias e sim da iteração estruturais entre alunos e escola e o meio ambiente. Ser mais humilde e nunca ter medo de errar, porque quem erra está arriscando, tentando. pensar mais pois, "Quem pensa pouco, erra muito".
Eu, professora, me pergunto?
- Contribuí para este estado da situação? Sim? Não?
- Fui conivente com ele? Em parte sim, por omissão, desorientação e desinformação.
- Posso mudá-lo? Quero acreditar que sim, ma só poderei fazer se todos fizerem sua parte.
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
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